Contos eróticos e histórias picantes reais

O homem que conheci na chat – parte1

O homem que conheci na chat – parte1

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Sou Isabele, uma mulher de mais de cinquenta anos, esta história remonta há alguns anos atrás e foi o início de uma longa série de transas com homens desconhecidos, pois a partir de aí eu experimentei pelo menos uma dúzia de picas.

Eu era casada, depois eu me separei porque meu marido me surpreendeu a foder em casa, e isso já era o terceiro pau que pegava, então eu tinha vinte anos, minha buceta estava em chamas, mas para ser honesta meu marido nunca me fez faltar o cacete dele, nunca falhou, mas, o que posso fazer, gostava e ainda gosto de transar, esto era o meu problema.

Quase todos conhecidos na chat ou apresentados por uma amiga que morava em Floripa com quem trocava os homens, e muitas vezes saímos juntas tambèm para encontros de sexo a três.
Nós dois estávamos casadas, ela me cobria quando eu tinha que sair de casa e ficar fora por várias horas, e eu cobria ela, o marido dela sabia que estava comigo e ficava tranqüilo, o mesmo acontecia com o meu.
Se nossos maridos tivessem sabido as batalhas que fizemos juntas, teriam morrido por um ataque cardíaco.

Nas muitas transas, mas muitas realmente, que nós fizemos em um período de dez anos eu tenho que confessar que tínhamos tido algumas surpresas negativas, mas isso faz parte do jogo, estava colocado na conta….

Cláudio (assim disse que se chamava) eu o conheci no bate-papo e, em seguida, após uma série de trocas de mensagens no chat, quis saber que tipo de homem que ele era, se eu pudesse confiar. Depois de tomar um pouco de conhecimento um do outro, decidimos mudar para o Skype, assim que pudessemos usar a webcam.

Vê-lo pela primeira vez, me fez um certo efeito: ele era bonito, moreno, alto mais que 1,70, sarado, então, fiquei agradavelmente surpreendida.
Era um pouco de tempo que eu tinha decidido de trair meu marido, este era o meu segundo marido.

Devo dizer que a minha vida sexual tem sido muito agitada, um pouco de cada vez vou fazer vocês entrar na minha vida privada.
Naquela época, eu trabalhava em um grande hospital particular em Floripa, era a secretária do professor especialista em medicina interna e ginecologia.

E de lá conversava com Claudio nos momentos vazios. Mesmo de lá, quando eu podia, eu usava o Skype, é claro de casa era mais confortável, mas só podia me conectar das oito às dez da manha, depois eu tinha que ir para a clínica.

Uma manhã, eu ainda tinha que me vestir, liguei o PC e eu fui tomar um banho, enquanto estava no chuveiro ouvi o toque clássico do Skype. Eu tinha quase terminado, peguei o roupão e foi atender, disse para esperar cinco minutos.

Assim que ele me viu, notou que eu estava vestindo o roupão e me disse para abri-lo a deixar-me ver nua. Eu não fiz isso mas ele continuou insistindo – força, mostra teu peito! – ele me convenceu e eu abri o roupão. E para dizer a verdade, deixe-lo deslizar do meus ombros e joguei-o no chão.

Fiquei nua, mas ele só poderia me ver pela metade, e eu tinha e tenho belos seios, muito firmes, ele disse que queria lambê-los e eu mesma estava estimulando meus mamilos. Agora já não sentia vergonha, na verdade estava gostando e ficando animada. Ele não teve que insistir muito para deixá-lo ver minha xoxota que eu tinha arranjado um dia antes no esteticista que tinha deixado um topete acima.

Neste ponto fui eu que lhe disse para se despir. Não precisou repetir, em um momento ele abaixou as calças e ficou de cuecas e julgando do volume que dava para ver, ele estava bem equipado.
Ele abaixou as cuecas e mostrou um pau lindo e grosso. Pena que a sua webcam não era das melhores e não se podia admira-lo em tudo seu esplendor. Naquele momento faltou a luz e eu perdi o show que tinha sob meus olhos.

Naquele dia ficou por aí, eu tinha que ir para o escritório, já era tarde. Mas a gente recuperou dois dias depois: meu marido tinha que sair as cinco, avisei o Claudio e come ele foi embora nóc conectamos.
Já estava pronta e bem sexy, com sutiã verde-ouro e tanga azul.
Ele engasgou, não esperava por isso. Ele tinha um roupão de banho, mas rapidamente o tirou. Meus olhos brilharam, realmente ele tinha um pau bonito, nada de exceptional, mas bastante comprido e de espessura normal. Me deitei na cama e comecei me masturbar, empurrei quatro dedos em minha bucetinha de uma só vez tão molhada que estava e olhavo ele se masturbando. Era excitante, já tinham me contado de historias como esta, era realmente muito excitante.

Eu não estava satisfeita com os dedos entrando e minha perereca que tinha se tornado um abismo, eu tinha preparado previamente um pepino, acostumava usar este vegetal para atingir o orgasmo, ele me incentivou e até mesmo se o pepino era muito grande, já metade estava dentro de mim. Tirei umas fotos enquanto o pepino tinha entrado tudo dentro da mina xoxota, e garanto que o pepino era grande.

De repente escutei um grito, Claudio tinha gozado. Levantei os olhos e ví três ou quatro jatos de porra. Vendo esse espetaculo minha perereca expludiu de prazer, expulsou o pepino e eu caí na cama exausta, mas satisfeita.
Nós nos vestimos e ficamos mais um pouco online batendo um papo. Combinamos de nos encontrar pessoalmente pela primeira vez.

Eu queria que ele viesse sabado a tarde, era o dia melhor, o professor não estava na clínica e a sala dele estava disponivel, e assim fiz. Sabado as três da tarde ele chegou: era realmente um homem bonito, físico sarado, cabelo moreno, bronzeado. A gente se cumprimentou como velhos amigos.
Na minha sala a gente não podia fazer nada mais, qualquer um poderia entrar, funcionários, médicos e enfermeiros ainda estavam na clínica.
Eu estava sentada à minha mesa, uma daquelas antigas com gavetas nos dois lados e o centro aberto. Falei para Claudio de se sentar no sofa que estava na frente da minha mesa, porque por enquanto eu não podia sair da sala ainda.

Esqueci-me é que a mesa estava aberta, e eu não estava usando roupas sob o casaco de enfermeira.
Ele sentou-se na frente de olhos esbugalhados e me fez um sinal para abrir as pernas, então eu percebi que eu estava dando um show, mas de qualquer forma eu abro minhas pernas, eu também estava gostando daquele jogo.

As 15.30h, fim do expediente, fomos pelo corredor para chegar ao quarto onde o professor fazia as visitas.
Assim que a porta se fechou atrás dele não me deu fôlego, ele me atacou, parecia um polvo para quantas mãos que estavam me apalpando toda.
De repente fiquei sem o sutiã, com os seios de fora, e uma minúscula tanga que não deixava nada para a imaginação. O quarto estava equipados para visitas ginecológicas e até mesmo com uma pequena cama que o professor estava usando quando não voltava pra casa e, as vezes, para foder uma estagiária.

Em um momento, nem sei como, acabei na cama com as pernas abertas.
Claudio começou a me lamber todinha, ele nem sequer tirou o fio dental, o puxou de lado e com a língua que se parecia com um saca-rolhas, chupava minha perereca. A gente não tinha muito tempo, ele se sentou num lado da cama e enquanto com os dedos me tocava uma siririca, colocou o caralho na minha boca. Ele estava fodendo minha boca com sabedoria, era eu que eu não era bom nisso, boquetes não eram o meu forte.

Os dedos dele estavam torturando minha bucetinha, estavam me deixando loca, o prazer que estava me dando era imenso. Tirei o pau da minha boca e gritei: me fode! Me fode! Arrebenta minha xoxota! Não aguento mais, quero teu cacete tudo dentro de mim!
Não precisou repetir, porque ele também não aguentava mais.

A cama favorecia uma excelente penetração, um golpe seco e foi tudo dentro de mim. Isso me fez muito mal, parecia-me que tinha quebrado meu útero.

Estranhamente, sentia dor, mas o mesmo me dava muito prazer, um prazer que eu não tinha experimentado antes e eu não era uma novata, descobri um lado meu que eu não sabia, eu era uma masoquista, gozei através da dor física. Claudio me fodeva divinamente tanto com força quanto com doçura, um grito de prazer veio da minha garganta, mas um grito alto e ele veio comigo e encheu minha buceta de porra, não parava de eruptar. Exausto, ele desabou sobre mim. Infelizmente, aconteceu o irreparável.

(Continua)

Margie
Sou uma mulher extrovertida, desinibida e sempre aberta a novas experiências. Adoro sexo e fico animada lendo contos eróticos. Gosto de escrever histórias picantes com o pensamento de dar momentos de prazer para o leitor. Alguns contos são experiências reais, outros são o resultado de minhas fantasias e minhas perversões. Estou cadastrada no site de encontros sexocasual.net.br, vem me conhecer se quiser.

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