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Dia de jogo

Dia de jogo

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Domingo sempre não me é interessante. Sou homem, hétero, razoavelmente bonito, mas não me interesso muito pelo mundo das quatro linhas. Para falar a verdade, sou fã mesmo das quatro paredes.

Estava eu no sofá, de bermuda, com uma cerveja gelada na mão e procurando algo para assistir sem ser o esporte bretão, quando meu telefone toca. Com preguiça atendo.

– Alo…

– Dyas!?

– Eu…

– É a Leca, tudo bom?

– Tudo, Leca, o que manda?

– Estava pensando em dar uma passada no shopping, quer ir comigo?

– Sei lá… E o Márcio? Não vai?

– Ele vai ver o jogo no estádio hoje… Não queria ir sozinha… Vamos?

Depois de conversarmos por mais alguns segundos para marcar como e onde nos encontraríamos, fui me trocar. O Márcio é um amigo de longa data, antes de ele conhecer a Alessandra mesmo eu já o conhecia. Várias das minhas melhores caças foram junto com ele. Depois do casamento nos vemos de vez em quando, mas continuamos com uma forte amizade. A Leca, sua noiva, era do tipo de mulher voluptuosa. Grandes seios, grande bunda, linda de rosto. Admito que ela me deixa excitado toda vez que a vejo, mas em se tratando de mulher de um amigo meu, ainda dou mais valor à amizade.

O shopping era próximo de casa, em quinze minutos já estava por lá. Ela não demorou a chegar, e me aparece com um conjunto bem solto, com uma blusinha e uma saia. Eu olhei aquilo e juro que precisei me segurar para não me excitar vendo aquela cena dela chegando de cabelos longos e lisos balançando junto com sua saia completamente leve e se movendo num balançar igual ao de seus cabelos. Seus seios pulavam devagar, macios.

Aquela mulher estava completamente para o pecado. Mas como mulher de amigo meu, para mim é homem, fiquei na minha. Cheguei até tentar evitar os beijos no rosto, mas ela veio e me beijou, praticamente melando o meu rosto com seu batom vermelho. Começamos a caminhar pelo shopping, e ela olhando as várias lojas de roupas. Eu, a escoltando, as olhava também, e impossível não imaginar aquela mulher deliciosa vestida em cada uma daquelas roupas. Caminhando pelas vielas do shopping, descobrimos uma sexy-shop que havia acabado de abrir. Ela, como não tinha preconceito algum, me puxou pela mão. Tentei resistir, mas minha vontade também estava grande de entrar com ela lá. Pensei comigo mesmo “Só não vou me envolver e tentar comer a mulher do Márcio”. Respirei fundo, e com todo profissionalismo em amizade, fui.

Entramos e fomos recepcionados por uma moça. Não! Ela não estava como todo mundo imagina. Estava vestindo uma roupa normal, um pouco sexy, mas nada chamativa. Ficamos lá por um tempo vendo cremes e géis, a moça nos explicava sobre o que cada um fazia, e ela, superexaltada, me perguntava se era bom, se não ardia, se eu gostava. Eu respondia com monossílabos, tentando evitando ao máximo me estender e dar em cima da mulher do meu amigo. Até que chegamos à parte dos vibradores. Ali ela simplesmente se soltou. Pegava um, sentia a textura, parecia estar bem excitada com aquela grande variedade de brinquedos sexuais. Ela, em um momento pegou um mais escuro, praticamente da minha cor, e com uma cara de tarada me perguntou:

– O seu é desse tamanho todo?

– Leka, o Márcio é meu amigo… Não vou te responder isso.

– Ah! Responde, vai! Só estou curiosa!

Abaixei minha cabeça e respirei fundo:

– Não, Leka. Pouca coisa maior.

Ela segurou firme naquele vibrador e fazendo uma cara de espanto e vontade ao mesmo tempo, e balbuciou algo como “Prefiro sentir de verdade”. Fiquei meio atônito na hora, ela passou por mim e foi em direção a algumas fantasias. Existiam várias fantasias naquela loja. Policial, enfermeira, empregada. E ela resolveu que iria provar uma. Eu, sinceramente, achava impossível aquilo estar acontecendo, pois ela era mulher do meu amigo, se dizia super apaixonada. Levei como amigo aquela história e a esperei. Ela sai do provador num vestido de vinil, muito apertado, e me diz:

– Tive que tirar a calcinha para provar esse. Vou provar mais alguns, segura ela para mim?

E jogou sua calcinha minúscula no meu peito. Eu olhava para a calcinha, para o provador, para a moça que ajeitava as coisas da loja, para fora da loja e imaginava que aquilo era brincadeira do Márcio. Só podia ser. Ele queria testar a minha amizade!

Fiquei lá segurando a calcinha dela. Joguei-me no sofá e, largado, fiquei a esperando-a sair de lá provando mais uma fantasia. Ela me volta de enfermeira. Uma saia curtíssima, mostrando a polpa da bunda, um decote enorme quase mostrando os mamilos, um chapeuzinho com uma cruz vermelha e um estetoscópio de brinquedo.

Veio na minha direção e, se baixando, veio brincar de ouvir meu peito. Se ela pudesse ouvir de verdade, notaria que ele estava pulsando muito forte. Ela rindo, notando que eu não consegui escapar de olhar para aquele decote, voltou ao provador. A moça da loja começou a conversar comigo:

– Sua namorada é bem divertida!

– Ela não é minha namorada… É noiva de um amigo meu.

– Nossa! E com você em um sexy-shop provando todas essas roupas?

– Pois é… Acho que meu amigo está querendo me testar.

– Eu já acho diferente. Acho que ela quer…

E ela retorna, interrompendo a fala da atendente, num maiô de salva-vidas, decotado até o umbigo. E sempre brincando, começou a olhar ao redor, como se buscasse alguém para salvar. Voltou ao provador e a atendente me olhando e dando risada. Eu realmente não sabia o que fazer ali. A atendente veio até mim e falou baixinho:

– Olha, eu vou até ali tomar um café rapidinho de mais ou menos meia hora. É aqui na frente. Qualquer coisa, me chame.

Ela me deu uma piscada e foi. A Leka me retorna vestida de policial, com um par de óculos bem característico, quepe, cinto, arma, cassetete, algema, uma saia curtíssima no estilo de todas as outras e uma bota. E, me olhando séria, me falou:

– Você está preso, em nome da lei e tem o direito de ficar caladinho.

Pensei comigo mesmo “Foda-se. Se meu amigo está me testando, vou falhar nesse teste com louvor”. Levantei-me, e, com a boca próxima a dela, disse:

– E vai fazer o que se eu for rebelde, oficial?

Eu sabia que a Leka malhava. Só não sabia que tinha feito curso de defesa pessoal. Quando percebi, ela já tinha me virado contra a parede. Só não bati o rosto, pois tinha colocado uma das mãos nela. A outra estava nas minhas costas, com ela puxando.

– Porque se não ficar quietinho eu vou ser malvada com você, só isso! Agora calado! Tem alguma arma, ou vou ter que revistar você?

Ela estava disposta a brincar de verdade, ainda mais notando que a proprietária da loja não estava. E não vou mentir. Estava adorando ser meliante.

– Ok senhora! Não precisa me machucar. Vou ficar com as mãos na parede quietinho.

– Vai, vagabundo! E fica caladinho senão vou te descer a borracha. Afasta as pernas agora.

Eu nunca tinha deixado uma mulher ser tão imponente para cima de mim. Na hora pensei em partir para o ataque, mas desisti e deixei tudo rolar. Ela começou mesmo a me revistar. Foi passando as mãos nas minhas pernas, na minha coxa, subiu e passou a mão na minha cintura, enquanto subia para me revistar o peito, passou com os seios enormes e apertados dentro da minúscula blusa de policial, depois por baixo e por trás encheu a mão no meu pau.

– O que é isso, meliante?

– É só uma barra de chocolate, senhora!

– Então tira! Quero ver essa tal barra de chocolate.

– Não dá, senhora. Agora não.

– Isso é desacato à autoridade! Você está preso, seu puto!

E puxando minhas mãos a algemou para trás, me virou e me jogou sentado no sofá. Sentei-me e fiquei lá, a olhando como se tivesse a provocando. Há essas horas realmente já estava pouco me lixando para o Márcio. Quem manda se interessar mais por vinte e dois homens correndo atrás de uma bola? Ela puxou o cassetete e começou a me bater de leve, mas de uma forma que eu sentisse.

– Tá rindo do que, cuzão? Vou é te pôr na cadeia e pra você ver o sol nascer quadrado, infeliz! Agora me conta o que está escondido ai! Se eu for tirar vai ser pior!

– Ah! Vai ter que tirar, pois eu não vou contar o que é, senhora!

Nessa hora ela me deu um sorriso de canto de boca. Nossa brincadeira estava formada. A dona da loja só voltaria em meia hora para mais. Enquanto isso a loja era nossa, o jogo só terminaria e o Márcio só voltaria para casa depois de umas duas horas. Ou seja. Condições perfeitas para que eu traçasse aquela mulher deliciosa. Ela se abaixou e foi direto na minha calça, apertando meu pau duro e protuberante.

– Fala o que é, puto! Ou senão ranço para fora!

– Nada vai me fazer falar, sua vagabunda!

– Mais respeito, seu puto!

E com isso começou a abrir a minha calça. Abriu e tirou a minha rola pra fora. Dura, cheia de veias, com a cabeça lisa, vermelha, grande. Ela deu uma lambida de cima a baixo. Depois se levantou e ficou na minha frente. De pernas abertas, a saia apertada subiu um pouco, o que me proporcionou uma visão deliciosa da sua buceta. Ficou olhando para minha cara e disse:

– Então era isso que estava escondendo? Isso é droga pesada, rapaz! Vai pegar uns 10 anos de cadeia!

– Não, senhora! Eu sou trabalhador! Por que não fica com tudo? Não quero nada disso! Só ia vender para conseguir um a mais, mas pode ficar!

– Tá certo! Essas horas bandido treme na base, né, filho da puta? Vou ficar com tudo só pra te dar uma segunda chance, mas melhor você parar com isso, seu viado!

– Sim senhora! Sem problemas!

E falando isso, se ajoelhou na minha frente e abocanhou minha rola. Eu fiquei sem muitas reações a não ser gemer. Com as mãos algemadas estava bem difícil ter outra reação que essa. Ela me chupava olhando nos meus olhos. Excitava-me tudo ali. O fato de estar algemado, de ser proibido por estar em uma loja, de ser incrivelmente proibido pelo fato dela ser mulher do meu amigo, de aquele decote ser deliciosamente aberto, me fazendo imaginar meu pau entre seus seios, os olhos claros dela me encarando. Ali naquele momento eu estava completamente perdido nas mãos daquela deliciosa mulher.

Sua boca subia e descia. Eu a via lambendo a cabeça do meu pau, lambendo-o inteiro, passando no rosto. Aquilo me deixava completamente louco de tesão. Até que tentei brincar um pouco:

– É do tamanho daquele brinquedo?

– Cala a boca! Não quero ouvir nada de você, vagabundo, senão te prendo e jogo a chave fora, estou sendo clara?

– Completamente!

E quieto fiquei, com ela me chupando forte. Segurava a minha rola com uma das mãos de forma firme. Apertava bem e chupava meu pau com avidez. Com a outra, massageava os seios, que em pouco tempo acabaram saltando do decote. Ela queria sentir só minha rola. Só estava a fim de me usar como um consolo de carne. Levantou-se um pouco e, juntando seus seios com meu pau no meio, começou a me fazer uma espanhola.

Como eu estava terminantemente proibido de falar algo, a deixei fazer o que bem entendesse. Ela pressionava seus seios contra meu pau quente e duro, lambendo a cabeça inchada e lisa. Como eu estava adorando aquilo. Simplesmente estava no céu com aquela delícia de mulher me fazendo aquela espanhola com aqueles deliciosos seios. Em um momento ela parou e se levantou. Ficou olhando para minha cara e para o meu pau, com a sua baba escorrendo para o meu saco. Foi até a mesa onde estava aquele vibrador que perguntou se era do meu tamanho e ficou comprovando. Sentou-se no chão, de pernas abertas me mostrando sua racha deliciosa.

– É isso que você quer, né, cretino?

– Não vou mentir. É o que eu quero, safada!

– Senhora!

– Tá… Senhora!

– Quer comer a mulher do seu amigo, né, filho da puta?

– Quero…

– Quer o que!? – Fechando as pernas

– Quero, senhora!

Falando aquilo ela abriu as pernas. Eu não tinha muito que fazer. Ainda mais com ela sabendo defesa pessoal. Poderia me nocautear em segundos. Estava numa situação difícil. Passei a olhá-la e ela, com o vibrador na mão começou a passar no grelo, e depois a enfiar na sua xota.

– Ele merece me comer, você não!

Comecei a desviar o olhar, tentei sair daquilo. A consciência começou a pesar. E ela, completamente safada me diz:

– Olha pra cá, vagabundo! Olha pra mim! Olha o pau de borracha que merece mais me comer que você, seu puto!

Tá no inferno, abraça o capeta: – Desculpa, senhora.

Ela enfiava com vontade aquele vibrador na buceta. Só ficavam as bolas para fora. E eu, algemado, não podia fazer nada além de assistir aquela cena.

Muito maldosa aquela mulher. Meu pau pulsando e ela olhando para ele, enfiando tudo com gosto. Eu a chamava e ela me mandava calar a boca. Continuava sem nenhuma compaixão para mim. Passava com a cabeça de borracha no grelo, voltava a enfiar, e me olhando, com uma cara de tarada. Vez ou outra fechava os olhos, o sentindo vibrando dentro dela. E eu ali, com a rola completamente dura, querendo como louco socá-la inteira nela.

Ela, malvada, tirava o vibrador da buceta e passava na boca, chupava, voltava a colocar inteiro, me olhava, lambia os lábios, mordia-os, deixava-os entreabertos. Aquilo tudo realmente já não me deixava louco. Deixava-me completamente emputecido.

Eu tentava me livrar das algemas, já sentia meu pulso machucado tentando forçá-las, me levantei e ela disse:

– Senta! Só vai levantar quando eu ordenar! E é melhor ser bem obediente senão te boto pra dormir e enfio o maior consolo daqui no teu rabo, filho da puta.

Pois é. A desgraçada estava com o poder nas mãos. Só me restou sentar e continuar olhando a cena. Num momento ela se deitou no chão, e de pernas abertas, enfiava todo o brinquedo de borracha na buceta. Massageando os próprios seios e indo e voltando com o vibrador dentro da buceta, gozou. E pelo visto gozou gostoso, pois notei que ela simplesmente ficou com as pernas moles e bambas.

Eu estava lá, sentado, com a rola pra fora incrivelmente dura. Parecia ter o dobro de tamanho. Ela se levantou ajeitando a saia e a blusa e veio na minha direção. Pediu-me para me levantar e ficar de costas:

– Vou te soltar, mas é para você ser obediente seu…

Não deu tempo de ela completar a frase. Ela só me livrou uma das mãos e eu simplesmente fui pra cima. A juntei pelos braços e a virei de costas, a fazendo bater com a bunda no meu pau.

– Agora é você, vagabunda, que vai aprender o que é bom!

– Cachorro! Para! Tá me machucando!

– Te machucando, é? Sei que você gosta, puta! E a partir de agora é você quem sofre, mas vai sofrer do meu jeito, vadia!

Ela sorria, mordendo os lábios e querendo aquele sofrimento. A joguei com força no sofá e fui direto na sua buceta. A chupei como louco. Ela, ainda sensível pela última gozada, me arranhava a cabeça, mordia os dedos, apertava o sofá, mexia suas pernas, me batia. Eu estava pouco me lixando com o que ela sentia ou deixava de sentir. Só queria mesmo era judiar daquela mulher, e socar muito a minha rola nela.

A puxei e joguei com força numa bancada que tinha lá. Levantei sua saia cheio de vontade e comecei a meter meu pau na sua xota. Ela gemeu muito alto, e se segurando na bancada. Eu metia tão forte que a bancada balançava, derrubando tudo o que tinha lá. Foda-se! Se quebrar algo eu pago! Aquela mulher tinha que aprender que não estava brincando com qualquer um.

Depois de quase quebrar a bancada em si, a joguei no chão, quase rasgando sua fantasia, tirei seus peitos para fora, comecei a chupá-los deliciosamente. Mordia-lhe com força os mamilos e ela berrava. Eu já estava pouco preocupado se aquilo era um shopping, se tinha criança, se alguém viria. Só queria uma coisa. Encher a boca daquela mulher com toda a porra que ela fez juntar no meu saco.

Joguei as suas pernas nos meus ombros e soquei. Delícia ver aquela mulher de olhos fechados, indo e voltando, se mexendo, querendo minha rola. Vez ou outra ela tentava me olhar. Aqueles olhos verdes vez ou outra se encontravam com os meus e eu com uma cara e jeito furiosos não parava de fazer minha pica ir e voltar naquela buceta quente e apertada.

– Para! Você está me machucando! – Dizia ela rindo. Acho que para me provocar.

Eu ia ficando cada vez mais puto com aquela provocação que nem falei nada. Simplesmente do jeito que a gente estava tirei minha pica da sua buceta e comecei a socar no seu cu. O que eram sorrisinhos e pedidos falsos para que eu parasse se tornou em uma cara séria, como se não estivesse aguentando meu pau invadindo o seu rabo.

Naquele momento a danada não falava nada. Só sentia meu pau passando com dificuldade pelo seu buraco apertado e quente. Ela tremia, enfiava as unhas na minha pele, mordia com força os lábios. Cheguei a ver até uma pequena gota de sangue saindo da sua boca naquele momento. E eu, sem perdão algum, ia e voltava, na velocidade possível, com a minha pica no rabo dela.

Em pouco tempo seu cu foi laceando, e minha pica já passava com mais facilidade, mas não que ela tivesse mudado sua face. Continuava com o sangue nos lábios de ter mordido tão forte, de olhos fechados e me arranhando. Depois que meu pau já passava tranquilo no seu cuzinho, ordenei:

– Fica de quatro, vadia!

– Sim senhor!

E de quatro, enfiei um tapa forte na sua bunda e voltei a comer o seu cu. Ela gemia, rebolava, e eu metia, enchendo aquela sua bunda enorme de tapas. Adorei vê-la vermelha, com a marca dos meus dedos. Ela aguentava meus vinte centímetros corajosamente. Estávamos como dois loucos no meio da loja. E eu queria, e como queria encher a boca daquela puta com a minha porra. Meu pau pulsava, minha porra queria sair, mas eu não queria acabar aquele momento ali. Me segurei, montei na sua bunda e comecei a foder mais forte. Ali ela começou quase a berrar, se controlando por conta da situação. Eu nem me preocupava se ela precisava se controlar ou não. Continuava metendo cada vez mais forte.

Foi quando realmente eu já não mais aguentava segurar que tirei minha rola do seu cu.

– Ajoelha, cadela!

– Sim, senhor!

– Abre a boca!

– Sim, senhor! Algo mais que eu possa fazer, senhor?

– Me faz gozar, porra! Eu ainda preciso falar, caralho?

– Desculpa, senhor! Desculpa!

Ela foi com as mãos no meu cacete e começou a bater uma. De boca aberta esperava meus jatos, que não demoraram nem um pouco para encher a sua boca. A cada jato ela gemia, gozando sentindo minha porra quente atingindo a sua língua com violência. Depois do dever cumprido, meu “pequeno” amigo se pôs a descansar. Eu, também exausto, sentei-me no sofá, o guardei e fiquei lá, jogado. Ela se levantou, depois de limpar o canto da boca com os dedos e me beijou, indo se trocar. Logo quando voltou, a dona da loja também voltou:

– Oi Ligia! Pode deixar essas coisas na minha conta?

“Conta!?”

– Posso sim, Le! Vai levar algo mais?

“Lê!?”

– Não! Só o aluguel da loja e esses brinquedos que usei. Qualquer dia passo aqui para mais.

“Aluguel!?”

Levantei-me sem falar nada, só com os meus pensamentos. Segui atrás da Leka quando ouvi a dona da loja dizer:

– Belo bracelete, Dyas!

Eu ainda estava com as algemas no meu pulso. Mas… Como ela sabia meu nome!? Bom, para falar a verdade, pouco importava. Só sei que adorei esse jogo, e mal vejo a hora de chegar quarta-feira para uma nova rodada.

Safadinho
Adoro sexo e contar histórias excitantes, escrevo porque gosto e para me relaxar. Acho que a vida é uma só e tem que aproveitar de tudo o que oferece de bom. As gatas são entre as coisas melhores. Se você gostou dos meus contos, deixe um comentário.

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