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Sexo no parque: no piquenique há sobremesa

Sexo no parque: no piquenique há sobremesa

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– Não vai beber o vinho? Daqui a pouco vai virar vinagre na sua mão, Carlos.

– Eu vou. Só não consigo parar de olhar para você.

Assim estava o nosso delicioso piquenique no parque com poucas pessoas naquela tarde. Lara me fascinava. Pele branca como a neve, olhos bem penetrantes, uma boca linda. Vez ou outra eu passeava com a mão pelos seus cabelos naturalmente lisos, e ela deixava seu rosto para que minha mão e meus dedos passeassem por ele. Meu coração batia forte a cada vez que ela me olhava, cada vez que seus dedos cruzavam com os meus, cada vez que ela citava o meu nome. Eu tentava deixar minha mente no momento, mas era praticamente impossível. Minha mente sempre partia para uma visão de nós dois em um altar. Sim. Eu queria me casar com aquela mulher, e eu estava criando coragem para puxar as alianças.

Ela notou que eu estava nervoso. Já tínhamos um bom tempo de namoro. Tempo o bastante para conhecermos um o jeito do outro. Ela me olhava e passava com a mão no meu rosto tentando descobrir o que eu queria dizer. Eu me negava, baixava o rosto, tímido, nervoso. Nunca tinha me visto tão nervoso assim! Nem na minha primeira vez eu tinha ficado dessa forma. A pressão me tomava o peito. Engoli o vinho de uma vez só que estava na taça, me ajoelhei na frente dela e ela tomou um susto.

Eu nunca tinha ficado bêbado tão rápido daquela forma. Cacei a caixa aveludada do meu bolso e ela me olhando sem entender realmente nada do que acontecia. Quando eu a tirei e ela viu, notei que a respiração dela também tinha completamente mudado. Ela estava desenfreada, os olhos olhando para minhas mãos e sempre evitando os meus, minhas pernas bambas, ela com a taça de vinho quase para derrubar todo o líquido e eu, abrindo a caixa, disse:

– Lara, casa comigo?

Ela simplesmente desmoronou em lágrimas e eu também. Eu, tremendo, tirei o anel da caixa azul de veludo e o coloquei em seu dedo. Ela, me olhando, com os olhos clareados pelas lágrimas, me disse:

– Você quer isso mesmo, Carlos…

– Quero! E quero muito! Casa comigo?

– Caso! Caso hoje e caso sempre!

Beijamo-nos como se fosse à primeira vez. A abracei forte, e ela também. Nossos lábios não se desgrudaram um minuto. Nossas línguas se cruzavam de forma harmoniosa, um buscando ao outro. Não éramos mais duas pessoas, mas sim apenas um sentimento escancarado e gostoso. Não paramos de nos beijar nem com os primeiros pingos de água anunciando a chuva que estava por vir. Minhas mãos a acariciavam o rosto de leve, e secava suas lágrimas que se confundiam com as gotas de chuva.

A chuva apertava e as pessoas corriam para sair da chuva. Como não tinha onde se esconder, a grande maioria foi embora, enquanto nós dois nos mantivemos por lá. Pouco nos preocupávamos com a roupa encharcada, com o que trouxemos que estava se molhando por completo, com a chuva que batia forte. No mundo apenas existia eu e ela.

Nossos beijos com a chuva iam ficando cada vez mais gostosos. De tempos parávamos de beijar e olhávamos um ao outro, mas nada falávamos. Apenas voltávamos a beijar, e de forma cada vez mais quente, porém amorosa. Como se fossemos um feito para o outro. Nossos corpos colados, minha mão envolvendo a mão dela, minha outra mão a acariciando o rosto. O tempo parecia ter parado para nós dois naquele momento. O tudo tinha se transformado em nada. O céu, a chuva, a grama, tudo era completamente nosso, como se tivesse sido feito para nós dois naquele momento.

Comecei a lhe acariciar o corpo. Aquela chuva me chamava a isso. Minha mão passeava pela sua pele molhada, mas quente. Ela fazia o mesmo, passando a mão pelo meu peito e me amassando a camiseta. Meus dedos lhe acariciavam os braços, o pescoço, passavam pelos seios. Deixei meus dedos pincelando seus seios de forma leve e delicada. Ela me beijava o pescoço, como que querendo mais da minha mão. Ela queria sentir o meu corpo tanto quanto eu queria sentir o dela.

A chuva, severa, não dava descanso, nos deixando a sós na grama em cima da toalha pesada que trouxemos. Eu estava amando aquele momento, e também com muito tesão pela minha noiva. Depois de uma última pincelada com os dedos pelo seu seio molhado, enchi minha mão. Ela suspirou, e me beijou forte a boca, me mordendo de leve os lábios abraçando-me forte. Eu a massageava leve, sem pressa, sentindo seu seio macio na minha mão, com o bico já intumescido.

Ela me acariciava o peito, e me beijava a boca, o pescoço, me mordiscava a orelha. Estávamos em um momento de luxuria mascarado pelo amor que estávamos sentindo um pelo outro. Ela me abraçava forte, me desejando. Um desejo forte que eu também estava tendo por ela. Eu fui a deitando sobre a toalha toda molhada pela chuva e me deitando por cima dela. Os pingos de água batiam nas minhas costas de forma severa, mas pouco me preocupava. Encaixado entre suas pernas continuei beijando sua boca e a acariciar seus seios. Ela me acariciava o rosto para tentar secar a água, mas em vão. A chuva parecia um enorme chuveiro sobre nossas cabeças. Já mal víamos coisa alguma ao nosso redor. Só mesmo a árvore que estava bem próxima a nós.

As carícias continuavam para dentro de sua blusinha, e ela permitia, sentindo minha mão quente tocando sua pele quase na mesma temperatura. Seus olhos se fechavam com as minhas carícias. Ela me abraçava querendo mais da minha mão, e eu queria mais daquele corpo delicioso da Lara. A desejava. Minha amiga, minha namorada, minha amante, minha esposa, minha mulher.

Puxei a sua blusinha e ela a tirou por completo, ficando apenas de soutien. Eu, me levantando um pouco, tirei minha camiseta e também a joguei de lado, voltando a beijá-la com vontade. A vontade aumentava, a volúpia crescia, eu já estava bem excitado pelo momento, pela forma como as coisas estavam acontecendo, e ela idem.

Tirei-lhe o soutien e comecei a mamar em seus seios. Foi uma delícia sentir a pele molhada pela chuva na minha boca. Ela sentia minha língua quente de encontro com o seu mamilo enrijecido e se contorcia, me abraçava forte, me acariciava a cabeça me chamava de meu amor. O que eram carinhos leves transformavam-se em carícias mais que sensuais, quentes, pecaminosas.

Eu mexia minha pélvis contra a dela, e ela correspondia aos movimentos. Minha boca não parava um minuto em seus seios, e ela gemia alto, querendo mais e mais. Eu já louco de tesão com aquela chuva gelada batendo no meu corpo quente, fui descendo e beijando seu corpo inteiro, até chegar entre suas coxas. Quando cheguei fui retirando a sua calça, e ela, cooperando sempre, me ajudou a tirar mais rápido. Conforme eu ia tirando, eu lhe beijava a coxa, a panturrilha, seus pés. Sentia seu corpo por completo na minha boca ávida.

Quando tirei toda sua calça, me deparei com seu corpo que recebia todas as gotas de chuva vestindo apenas a pequena calcinha. Voltei-me a ela, e por cima da calcinha a beijava, lambia, mordia. Brincava com seu sexo por cima do fino pano. Ela me apertava a cabeça com as pernas, me acariciava, se acariciava, queria tirar a calcinha para me sentir por completo e eu não deixava. Apenas brincava com sua xoxotinha molhada pela chuva, pela excitação e pela minha boca.

Depois de um bom tempo de brincadeiras deixei que tirasse a calcinha. Ela rapidamente a tirou, mas antes de eu continuar com a minha boca a chupando gostoso, ela me deu um beijo longo. Depois disso nós olhamos nos olhos, testa colada a testa, e ao mesmo tempo falamos:

– Eu amo você.

Aquilo nos fez escorrer lágrimas, mas não de tristeza, e sim de felicidade. Ela, sorrindo se deitou novamente na grama, e eu, completamente realizado com o momento, me encaixei novamente entre suas pernas e comecei a desbravar sua deliciosa xoxotinha com a língua. Lara se contorcia, gemia, aproveitava cada segundo, como eu também estava aproveitando. Os pingos de água naquele momento pareciam desaparecer nos nossos corpos. Eu já não os sentia, e ela também não. Estávamos nós dois no meio de um universo de sensações deliciosas.

Depois de muito sentir aquele mel delicioso da minha mulher, ela quis me retribuir as caricias. Pôs-me de pé abaixou a minha calça e começou a me chupar. Mas me chupava devagar, longe de ser algo completamente despudorado. Acariciava-me as bolas, beijava meu pênis, fazia questão de senti-lo inteiro com a sua boca. Ajoelhada a minha frente acariciava-me a barriga, as coxas, sempre muito carinhosa, como sempre.

Eu delirava com aquilo. Tinha escolhido completamente certo a mulher para a minha vida toda. Ela, depois de me acariciar tão deliciosamente com a boca e com suas mãos, me chamou para o seu corpo, se deitando novamente. Deitei-me por cima dela, como se estivesse a protegendo das gotas de chuva que desciam como navalhas àquele momento. Encaixei-me entre suas coxas, e a penetrei.

Encaixamo-nos perfeitamente como que se realmente fôssemos um para o outro. Eu a penetrava de forma leve, cadenciada, e ela rebolava junto, para sentir meu pau inteiro dentro dela. Eu tremia de tesão e vontade por aquela mulher. Ela, quente, me abraçava forte, me beijando a boca, enquanto meu pau ia e voltava dentro dela. Nossa vontade. Nosso desejo. Nossa vida. Nada mais existia ali naquele momento tão sublime.

Sentei-me e ela veio ao meu colo. Sentada, rebolava no meu pau de forma deliciosa, sem parar de beijar a minha boca. Nossos corpos quentes unidos transformavam-se em apenas um. Nosso amor se traduzia naquela cena. Ela me envolvendo com as pernas e rebolando no meu colo. Minha boca se enchia nos seus seios. Ela jogava a cabeça sentindo minha boca e a chuva caindo por todo seu corpo. Nossos cadenciados movimentos nos faziam gemer alto. Gemidos esses abafados pela chuva forte.

Abraçados, nos mexíamos cada vez mais. Nosso gozo ficava cada vez mais próximo. Lara debruçava com a cabeça em meu ombro e rebolava cada vez mais. Eu me mexia também, sentindo meu gozo cada vez mais perto. Continuamos aquela deliciosa dança na chuva um encarando o outro. Eu via as gotas de chuva escorrendo pelo seu rosto, pingando nos seus seios que estavam colados ao meu peito. Aquilo estava tão quente e gostoso que não aguentamos, e ao mesmo tempo, nos apertamos muito mais forte e gozamos deliciosamente. Eu a enchi com meu leite quente e viscoso, e ela, rebolava para tirar cada vez mais.

Ficamos ali. Ela sentada no meu colo, com meu pau inteiro dentro dela, pulsando por aquela gozada tão gostosa. Ficamos nos encarando, aproveitando o momento tão delicioso que nos proporcionamos. Nossos corações batiam forte. As caras de desejo logo se transformavam em sorrisos por perceber o que tínhamos aprontado. Abraçamo-nos novamente:

– Te amo, Lara. Nunca vou te deixar. Jamais!

– Eu te amo, Carlos… Te amo como nunca amei homem algum.

 

Aquelas juras de amor me enchiam o peito de alegria. Vestimo-nos com aquelas roupas encharcadas mesmo e fomos para o carro. Felizes da vida e pouco nos preocupando com o fato de molhar o carro inteiro, iniciamos nossa volta para casa. Logo depois de pouco tempo de estrada, um clarão.

– O paciente está morrendo!

– Adrenalina! Preciso de adrenalina!

– Vamos lá! Três, dois, um, vai!

– Vamos rapaz! Fica com a gente!

Luzes passavam pela minha frente, mas eu não identificava o que era. Depois disso tudo apaguei de vez e me encontrei dentro de um hospital. Perguntei quantos dias eu tinha ficado por lá, me disseram que era a primeira vez que eu abria os olhos depois de uma semana. Olhei para os meus dedos e vi a aliança. A tirei e vi o nome Lara. Desorientado, levantei-me, sem rumo e parti a procurá-la no hospital, mas sem sucesso. Desesperado, sem conseguir pensar direito, acabei saindo de lá. Perguntava a todos lá dentro se tinham visto pela minha noiva. Sem sucesso por ninguém me passar informações, e apenas me lembrando dos últimos momentos que tínhamos passado junto, acabei saindo do hospital e peregrinei à sua procura na cidade.

Até hoje ainda a procuro, seja em outros braços, seja procurando por registros. Mantenho todos os recortes de jornal da época falando do acidente envolvendo meu carro, um ônibus e um caminhão por conta da fraca visibilidade. Desde então, mantenho a aliança no meu dedo. Minha mente, meu corpo, meu amor é apenas dela. E é com esse amor que ainda me lembro da data a qual adorávamos comemorar, que era seu aniversário.

Feliz aniversário, amor da minha vida. Esse cara aqui, apesar dos pesares, te ama e muito, e vai continuar te amando ETERNAMENTE.

Fernando
Caros Amigos leitores, me chamo Fernando, tenho 33 anos, casado, claro, corpo atlético, extrovertido, porém sigiloso, e respeito muito as vontades dos outros. Gosto de contar minhas aventuras eróticas.
Quem gostou das minhas histórias, pode entrar em contato no para quem sabe realizar as suas fantasias, espero encontrar pessoas sinceras, discretas e sigilosas afim de realizarem seus desejos com muito sexo, mas acima de tudo respeito.

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