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Uma palmada sensual para Louise

Uma palmada sensual para Louise

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Agora é um ritual que eu sofro, sem possibilidade de rebelião. Toda as vezes que minha mãe, minha irmã, meu primo, ou qualquer um dos meus amigos encontra Diego, o homem que se casou comigo há três anos, sussurram no momento da despedida frases do tipo: Como você tem sorte! Como te invejo! Tenha cuidado. não perca ele!

Sim, claro, Diego é bonito, simpático, generoso, alegre. Ele tem um trabalho que proporciona uma boa renda e prestígio, não fuma, não joga, bebe pouco e sempre escolhe vinhos de excelente qualidade. É sempre informados sobre os fatos do mundo e sabe como fazer julgamentos afiados e espiritosos. É fiel e carinhoso, nunca se esquece de um aniversário, de um dia de festa e sempre escolhe presentes apropriados às circunstâncias. É obcecado com pontualidade.

Nós estamos indo de carro para a casa da minha irmã, que nos convidou para jantar. Peço a Diego de passar pelo centro da cidade. Ele estaciona na praça e me espera aí enquanto vou na rua quinze numa loja de sapatos: eu sei que durante a semana minha agenda está cheia e não quero correr o risco de perder aquelas sandálias elegantes que vi na vetrine.

Passa na calçada um colega meu, um cara safado e extravagante.
– Você também fazendo compras? – Ele diz.
– Sim, eu também – eu digo secamente.
Sorte tua que ainda tem algo para gastar no final do mês, eu tenho a conta zerada há uma semana, vou em frente só graças ao cartão de crédito.
Nós começamos bater um papo e ele me convida para tomar um aperitivo, ele me conta com um tom irónico a sua última aventura, comenta sarcasticamente os últimos fracassos amorosos do nosso chefe, faz uma imitação divertente do tom amavel da contadora. Eu não posso evitar de ficar a ouvi-lo, fascinada pela sua vivacidade e alegria, pelo menos aparente. Em fim, perco a hora e em vez dos 20 minutos combinados volto ao carro depois mais que uma hora. Diego está visivilmente alterado.

– Sinto muito – eu gaguejo – encontrei Adriano e ele me disse um monte de bobagens. Perdi a hora…
– Você sabe muito bem que eu odeio chegar atrazado, ainda mais quando estamos convidados, e ainda temos quase uma hora de carro.
Parece que esta é a sua única preocupação.
Obviamente Diego dirige muito bem e sabe as estradas e ruazinha que permitem de evitar filas e engarrafamentos.
A noite é mortalmente chata, como sempre.
No caminho de volta o motor cantarola tranquilo….

Finalmente chegamos em casa. Diego se senta, como é seu costume, no sofá de couro no ângulo mais confortável.
Ela olha para mim. Eu me sinto desconfortável, para alentar tensão lhe pergunto em tom de brincadeira:
– O que é isso, cresceram antenas em mim?
Diego respondeu secamente.
– Então, o que estava te contando teu amigo?
– Ele não é meu amigo, e disse coisas estúpidas assim mesmo.
– Bobagem, mas, aparentemente, você estava muito interessada: o charme de Adriano te encantou novamente?

Eu não sei o que dizer. Ele está certo. E é a primeira vez desde que nos casamos, que se mostra ciumento. Eu percebo que estou um pouco ofegante. Eu fico situada em um terreno completamente inexplorado. Eu tento acalmá-lo:
– Sinto muito, eu fui estúpida, mas o o cara é tão pegajoso, não pude livrar dele.
– Você não conseguiu, porque você nem sequer tentou.
– Como você sabe?
– Quando você quer algo você consegue.
– Ok, eu não tentei, e então o que eu faço, eu vou me matar?
– Enquanto isso, parar de fazer a engraçadinha.
Sento-me ao lado dele; é rígido, seu olho é severo. Encostei-me no seu ombro; naquele momento a sua dureza me atrai muito mais do que as atitudes razoáveis ​​e tolerantes habituais.
Deixei-me cair lentamente, apoiando o rosto no braço do sofá, eu me coloco de barriga pra baixo.
Antes de falar hesito por muito tempo. Eu nunca ousei tanto. Em seguida, murmurei:
– E então, se você acha que a coisa é tão séria, me puna.
– É só o que eu pretendo fazer.
Meu estômago está cheio de borboletas batendo furiosamente. A voz de Diego é tão fria como eu nunca tinha ouvido antes:
Descubra a bunda.

Me levanto um pouco, tremendo. A saia preta desce facilmente até o joelho, logo em seguida abaixei as calcinhas.
A sensação fresco nas nádegas me faz lembrar as palmadas de minha mãe, felizmente muito raras.
A mão de Diego me acaricia por um momento, depois se levanta. Um golpe enérgico atige minha bunda.

Mulher apanha chicotadasEstremeço, mais pela emoção que pela dor. Diego me bate de novo, depois de um momento de hesitação, me bate mais vezes, secamente. Fico chocada, mas eu não ouso reclamar.
Continua por cerca de dez minutos que parecem intermináveis​​, alternando sequências de palmadas em rápida sucessão com outras mais lentas, mas fortes, que me deixam aí para alguns segundos na espera de outra palmada. Sinto minha bunda ardendo.
Ele admira minha bunda que está se tornando vermelha e quando menos espero me bate fazendo balançar minhas nádegas.

Os golpes cessam. A punição não foi terrible. Estou quase decepcionada.
Diego se levanta do sofá, sua voz está seca:
– Não se mexa!
Ele sai da sala. Eu fico com una dúvida atroz: será que ele foi em busca de seu velho chicote?
A dúvida está resolvida.
Diego retorna, o chicote na mão, batendo de leve na palma da outra mão.
– Você já não me puniu o suficiente?
A voz de Diego congela:
– Isso so eu que decido.

Eu estou paralisada, não ouso réplicar. E então, eu sinto nascer uma espécie de desejo obscuro, que mexe nas profundezas da minha alma.
Um assobio, uma dor latejante. De repente, as lágrimas inundam meu rosto. Alguns segundos de tensão, então o chicote assobia novamente. Assobiou doze vezes, doze chicotadas nas minhas nádegas que estavam em chamas. Doze suspiros entre as lágrimas. Em seguida, Diego acaricia minha bunda marcada por contusões.
Nossos rostos estão se aproximando: um beijo, um beijo quente, apaixonado, febril, delirante, Em um momento, estamos nus, dois corpos entrelaçados. Meu sexo acolhe gritando de prazer o pau dele como nunca tinha acontecido.

– O quê, você não se sente bem?
– Eh, como? Oh, eu adormeci.
Eu olho em volta para me orientar: estamos quase em casa.
A voz de Diego é a mesma de sempre sereno e convidativo:
– Desculpe se te acordei, mas você estava tremendo, gemendo.
– Sim, sim, eu estava tendo um sonho, um sonho estranho, muito viciante.
Com seu tom sentencioso habitual Diego diz:
– Será o creme que está se agitando em seu estômago; sua irmã é uma grande cozinheira, mas com as gorduras sempre esagera um pouco.
– É verdade; você se importa de parar um minuto?
– Então, você não está se sentindo bem.
– Não, não, vou deitar um momento no banco de trás, estou muito cansada.
– Você está certa, querida, tem sido um dia muito pesado.

Eu não posso ficar sentada ao lado dele, não suporto sua voz atenciosa, seu tom persuasivo, acochegante.
Deitei no banco traseiro e deixei as lágrimas inchar meus olhos e coar silenciosamente pela minhas bochechas.

Safadinho
Adoro sexo e contar histórias excitantes, escrevo porque gosto e para me relaxar. Acho que a vida é uma só e tem que aproveitar de tudo o que oferece de bom. As gatas são entre as coisas melhores. Se você gostou dos meus contos, deixe um comentário.

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