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Educando a chefa

Educando a chefa

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Acordar em dia frio é ruim. Pior ainda numa segunda-feira, com chuva, ônibus lotado e o meu querido cachorro resolveu rosnar pra mim. Um dia mais que perfeito. Não poderia ter mais nada para estragar. A não ser o fato de a minha chefa ser a Adriana. Ela era bonita. Não. Bonita não. Gostosa. Morena, com um belo par de seios, bundinha redondinha, grossas panturrilhas. Só não é perfeita pelo fato de ser muito, mas muito chata. Transar com ela em seu escritório sempre fui uma minha fantasia desde quando comecei a trabalhar na empresa.

Cheguei aquele dia atrasado meia hora. Um acidente na rua obrigou todo o trânsito a modificar a rota. Minha roupa pingava da chuva e eu tremia de frio. Mesmo assim, fui ao meu computador rezando para que a Adriana não tivesse sentido a minha ausência. O pior foi que ela sentiu minha falta, e mal me sentei ela me chama:

– Carlos! Vem cá!

Eu respirei fundo, fechei os olhos e fui à sala dela. Caminhei a passos pesados pelo corredor, de cabeça baixa, pensando no que mais poderia me ocorrer. Quando entrei na sala, ela estava de olhos no monitor, se balançando pra lá e pra cá na cadeira, com um sorriso no rosto. Fui sentar-me numa cadeira que tinha lá, e ela aos berros me mandou não me sentar. Fiquei ali, de pé, a olhando, enquanto ela clicava algumas coisas e continuava fixa para a tela. Depois de um tempo ela se virou a mim. Num decote que apertava os seios, começou a conversar comigo:

– Você sabe que horas são, Carlos?

– Calma. Os ônibus atrasaram, não tive culpa…

– Isso não é desculpa. Viesse mais cedo! Carlos! Você tem que entender que isso não é brincadeira, é uma empresa…

E se levantou e me deu aquele antigo sermão, cheio de histórias de como a empresa começou, como ela penou para chegar até ali, em como ela passou comendo como um animal para manter a empresa, e eu como sempre calado.

Depois daquele sermão todo, ela chegou perto de mim. Seu perfume doce se sobressaia sobre o meu almiscarado, já inebriado pelo banho proveniente da chuva. Mas confesso que aquilo não me abalou tanto quando as palavras proferidas por ela:

– Desculpa, Carlos, mas por essa falta de comprometimento, vou ter que te demitir.

Aquelas palavras foram o ápice ao meu dia. Meu coração pulsava forte, minhas pupilas dilataram, minha respiração ficou muito mais forte. Em pouco tempo o ódio todo retraído no meu peito se externou. Ela estava voltando para a mesa dela, quando fui à sua direção e a puxei pelos cabelos e perto do seu ouvido disse:

– Você não pode me demitir dessa forma, vadia.

Ela ficou paralisada, de olhos fechados, tremula, nervosa. E eu prossegui:

– Você não vai me demitir dessa forma, vadia. Não hoje que passei pelo que passei para vir trabalhar nessa merda de empresa. Se vai me demitir, me demite por algo que eu tenha feito, sua puta.

– Solta o meu cabelo, Carlos!

– Não solto, sua vagabunda! Você não vai me demitir por eu ter chegado atrasado. Você vai me demitir por eu ter te estuprado, vadia.

E comecei a tomá-la pelos seios. Ela oferecia pouca resistência. Seu vestido justo permitia que eu sentisse seu corpo inteiro junto ao meu. Mesmo emputecido por tudo que me ocorrera até ali, aquela situação me deixava deveras excitado. Senti por cima do seu vestido que ela também se sentia excitada, e muito excitada. Seus mamilos endurecidos, sua respiração forte, tudo o que acontecia ali me dizia que aquela putinha gostava daquele jeito. Sem sorrisos, ou cerimônias, a joguei em cima da mesa de costas, e ela calada, bateu com o rosto na madeira e ficou. Não sei se por medo ou obediência, mas da forma que a joguei, ela se manteve.

Minhas mãos começaram a passar pela sua bunda, que da qual sentia por cima do vestido sua calcinha que penetrava pelo rego. Ela tremia, ameaçava levantar e eu a jogava novamente na mesa de forma violenta. Ela dava uma gemida de dor, combinada a um perceptível prazer. Continuei alisando sua bunda até que, de um jeito firme, a estapeei. Ela soltou um gemido que definitivamente não era de dor, mas eu estava pouco preocupado com aquilo. Queria era extravasar minha raiva da melhor forma o possível.

Comecei a levantar seu vestido, com ela resmungando para que eu não fizesse aquilo. Eu estava pouco preocupado para o que aquela vadia falava. Continuava a levantar seu vestido como se ela não estivesse dizendo nada. Ela tentava levantar-se, e eu, com raiva, a jogava de volta para a mesa, mando-a ficar quietinha onde estava. Ela atendia, não sei se por medo, ou por prazer. Quando seu vestido estava na sua cintura, comecei a sentir sua buceta por cima da calcinha. Notei que ela tinha ficado por prazer. A vagabunda estava completamente molhada e quente. Pulsando e fervendo como louca. Mas nem assim a minha vontade de explodir a minha raiva naquela puta diminuiu. Afastei sua calcinha de lado e a penetrei forte com os dedos. Ela gemeu alto, gostoso, se segurando forte em sua mesa cheia de papéis agora todos amassados pelo corpo dela.

Socava meus dedos até minha mão bater na sua bunda. Ela rebolava de leve, mas tentava manter o clima de medo, facilmente desmentido pelo líquido da sua buceta que escorria pelos meus longos dedos. Ela ainda tentava se levantar, e eu, sempre violento, a jogava novamente na mesa. E com os dedos enfiados inteiros na sua xota fui com a boca perto do seu ouvido e disse:

– Agora me demite, puta. Vou te foder como nunca foi fodida, vadia.

Ela respirou fundo e sorriu, mordendo os lábios. Aquela vadia estava era gostando do jeito que eu estava a pegando. Aquilo me deixou muito mais nervoso, a puxei pelos cabelos e a joguei no chão. Ela caiu de joelhos no chão, quase que de quatro, e eu fui atrás, levantando seu rosto ainda puxando-lhe os cabelos e batendo na sua cara com força. Ela virava o rosto a cada tapa e se voltava olhando para mim com uma cara de quero mais. Dei uns três tapas fortes na sua cara, e ela sempre com uma cara de cadela pedinte. Soltei seus cabelos por um instante, e ela se manteve parada na mesma posição, como se tivesse sido adestrada. Continuei a estapeando e comecei a abrir minha calça. Cada tapa que eu dava, seus longos cabelos pretos voavam diante seu rosto, que ela rapidamente os jogava para trás para me dar o rosto novamente. Ela olhava fixamente para a minha mão que ia abrindo a braguilha da calça e liberava um pau lustroso, com a cabeça bem inchada, cheio de veias. Ela olhava e lambia os lábios enquanto seu rosto não era jogado pelos meus tapas. Segurei firme a minha rola e fui em direção ao seu rosto. Passei minha pica por toda a sua cara, e ela de olhos fechados e calada recebia o calor dela. Notei que ela estava ficando muito feliz com as carícias do meu cacete e voltei a segurá-la pelos cabelos para bater-lhe no rosto com a minha pica.

Ela mantinha sua cabeça levantada, recebendo meu cacete na cara como uma verdadeira puta. Estava sendo bem a minha escrava sexual ali naquela hora, atendendo a todos os meus desejos prontamente. Não consigo explicar se aquilo me deixou com mais tesão, ou com mais ódio. Ela estava realmente brincando com a minha cara, com aquela cara de prazer e vontade. Parei de bater e enfiei meu pau na sua boca. Ela abriu bem, e engoliu. A segurei pela cabeça e comecei a foder forte sua boca, e ela, de olhos fechados e boca bem aberta, recebia minha pica por completo batendo na sua garganta, e voltando quase com a cabeça para fora. Ela gemia abafado e cortado pela cabeça do meu pau lhe invadindo a boca. Obediente, sem as mãos, até jogava a cabeça pra frente para chupar ainda mais rápido meu pau.

O tesão junto com o ódio me tomava por completo. Me sentia como um animal sendo sugado por aquela boca tão ávida. Num momento tirei minha roupa molhada, e ela prosseguia me chupando, sem tirar por um instante a boca do meu pau. Eu já estava seminu quando batem à porta chamando por Adriana. Ela tirou a boca do meu pau, e aos berros, nervosa, diz:

– Estou em reunião! Me chama depois!

Eu olhei para a cara dela naquele momento, e ela sem dizer nada, agarrou o meu pau, e passando com a língua na cabeça dele, voltou a me chupar. De olhos fechados, ajoelhada, parte de baixo do vestido na cintura, mãos nos joelhos, continuava me chupando deliciosamente, como se quisesse me compensar de algo. Eu estava delirando demais com aquela boca indo e voltando no meu cacete que decidi parar a festa. A puxei pelos cabelos e lhe dei outro tapa, depois, apontando meu dedo em sua cara falei de forma ríspida:

– Agora sou teu dono, Adriana. Você é minha escrava e vai ser até a hora que eu não quiser mais.

– Sim senhor! Me perdoa! Sou tua escrava sim, mas seja bom comigo, por favor!

– Cala a boca, vadia… Cala a boca! Não vou perdoar porra nenhuma! Vou fazer o que eu bem entender. Já falei! Você vai me demitir tendo um motivo, cadela! É disso que você gosta… Gosta de ser escrava.

– Adoro! Adoro ser escr…

E a calei com um outro tapa na cara:

– Você só vai falar quando eu permitir. E eu não te permito falar nada! Agora tira essa porra dessa roupa, caralho!

Ela assustada com o jeito que eu estava falando com ela, pois notou que realmente não estava para brincadeira e tirou o vestido devagar, deixando seus seios médios livres daquele aperto do seu vestido e soutien. Tirou a calcinha e ainda de joelhos, me olhava com uma cara de medo que me realizava. Ali eu sentia que meu ódio ia se passando, aquela brincadeira de dominar me deixava mais calmo, e com muito tesão. Tesão esse que não me permitia pegar leve com ela. A juntei novamente pelos cabelos e a levantei. Olhei nos seus olhos e disse:

– Vou te chupar, vadia. Mas vou te chupar porque eu gosto do gosto de buceta, to sendo claro?

– Sim, mestre! Sim!

A coloquei jogada em um sofá, pouco me preocupei com seu conforto. Sei que no final ela acabou com a bunda empinada, e aquela buceta inchada e gostosa se mostrou protuberante em seu corpo. Cai de boca com vontade, com ela gemendo como doida, tentando se controlar para não chamar a atenção do pessoal que trabalhava a todo o vapor dentro da empresa. Minha língua passava quente e áspera desde o grelo até o seu rabo. Ela se segurava e apertava bem o sofá, como se quisesse rasgá-lo. Eu não parava um segundo com a minha língua nela, a enchendo de tapas na bunda com força e vontade. A cada tapa, ela dava um gemido mais forte, mais gostoso, com mais tesão.

Eu já estava cansado daquela posição. Queria agora despejar toda a minha fúria naquela mulher. Me levantei, e com ela naquele sofá, daquele jeito, com a bunda para cima, me aguardando, comecei a enfiar centímetro por centímetro do meu caralho dentro da sua buceta. Ela apertava o sofá como se fosse rasgá-lo com as unhas. Eu a segurava pela cintura e socava todo o meu pau com vontade e tesão. Ela mordia o sofá para não gritar alto. Não queria alarmar ninguém, mas eu já não estava nem aí. Tinha sido demitido. Pra mim, poucas coisas importavam. A segurava forte pela cintura, e sem dó alguma a comia com força e vontade.

Minha rola passava quente e molhada dentro dela. Dava pra se escutar na sala nossos corpos se encontrando gostoso a cada estocada. Ela tentava gemer baixo, tentava não dar bandeira do que acontecia dentro da sua sala, mas estava ficando complicado comigo cada vez mais incontrolável a pegando.

Eu queria desmoralizar aquela mulher dentro da empresa. Fazer com que todos a vissem como uma puta que era. Tirei minha rola da sua buceta fervente e meti dentro do seu cu apertado e gostoso. Ali ela começou a gemer como eu bem queria. Se contorcia e controlava para não berrar, e eu, sem pena alguma, enfiava meu pau grosso e grande pelo seu cuzinho. Cuspia no meu pau e no seu cuzinho para entrar mais fácil, metia até as bolas, tirava, colocava. Ela, já não aguentando de tesão, acabou soltando um berro. Berro esse que foi ouvido por todos da empresa, que, preocupados, bateram na porta para saber o que estava acontecendo:

– Nada! Me cortei com o papel aqui… Aiiii…

Eu continuei metendo no seu cu como se nada estivesse acontecendo, e ela, incontrolável, gemia gostoso querendo mais e mais. Não demorou muito para que gozasse, e quando gozou, jorrou em cima d sofá, o deixando completamente encharcado com seu gozo quente e gostoso. Eu já estava próximo, mas queria na sua boca, lógico! Vadia como ela, só merece mesmo porra na boca.

Meti até sentir minha porra começar a chegar no meu pau. Ela, ainda jorrando, tentava não soltar barulhos enquanto molhava todo o sofá. A puxei, e soquei novamente minha pica na sua boca. Ela, rápida, entendeu que era a minha porra para chegar e começou a me sugar forte, com vontade, queria minha porra quente escorrendo na garganta. Minha pica dura e quente entrava e saia com velocidade dos seus lábios. Ela de olhos fechados ia realizando um ótimo serviço, me boqueteando com força.

Minha porra veio quente. Viscosa, lhe tomou a boca de tal forma que ela não conseguia engolir tudo. Meu líquido branco pingava em seus seios, no chão. Ela puxava minha porra com os dedos, e levava à boca. Eu me desfalecia na sua boca, e ela experiente, ia me tirando cada gotinha até não mais sobrar nada.

Acabado com aquilo, sentei-me no chão. Ela, vestindo as roupas, me fez um pedido que não teria como recusar:

– Amanhã você estará aqui às nove da manhã?

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